sábado, 29 de junho de 2013

Entendendo o desenvolvimento de fala do seu bebê

Compreender a evolução da fala ajuda os pais a não ficarem ansiosos e também a identificarem possíveis problemas no momento adequado para um tratamento

Enfim chegou o primeiro aniversário do seu bebê e com ele as primeiras palavras... ou não!
Geralmente, os pais ficam ansiosos para que seu filho comece a falar logo. Não tem quem resista àquelas pequenas criaturas tentando falar as primeiras palavras, fazendo trocas engraçadinhas.
Algumas crianças começam a falar antes mesmo do primeiro aniversário. Outras, porém, só começam a soltar as primeiras palavrinhas por volta dos 18 meses. 
As comparações são inevitáveis. Seja entre irmãos, vizinhos, amigos... O importante é que os pais respeitem o desenvolvimento de seus filhos, mas fiquem atentos aos sinais de que algo possa estar errado. 
Aumentando o vocabulário
Com 1 ano a criança já entende muito do que é falado a sua volta. Consegue entender ordens relacionadas a sua rotina, reconhece partes do corpo, nome de objetos do seu dia a dia, manda beijos e dá tchau quando solicitada. Aos poucos, começa a soltar as primeiras palavras com significado. 
Por volta dos 18 meses espera-se que a criança fale por volta de 50 palavras e essa quantidade vai aumentando consideravelmente com o passar dos meses. Ela já consegue entender instruções, mesmo que envolvam duas ordens. (Por ex: “Pegue a bola e ponha na caixa”). Ao completar 2 anos, a criança já junta duas palavrinhas e forma pequenas frases. (Por ex: “Dá bola”, “qué água”). Mas, como ainda está iniciando o uso de seus órgãos fonoarticulatórios para falar, ainda é muito comum as trocas e omissões de sons, o que torna, muitas vezes, a fala pouco inteligível, principalmente para quem não convive diariamente com a criança.
Os sons cuja produção é mais simples e mais facilmente visualizada, como por exemplo os sons P, B, M, são os primeiros a serem dominados, enquanto alguns sons mais complexos do ponto de vista articulatório, como os encontros consonantais e os sons do L e do R (como em “barata”), podem ser adquiridos apenas entre 4 e 6 anos. 
O número de palavras que a criança é capaz de entender aumenta rápido. Especialistas em desenvolvimento afirmam que a maioria das crianças de 2 anos compreende no mínimo 150 palavras, e que dez novas palavras são acrescentadas todo dia ao seu vocabulário. 
Conforme a criança aumenta seu vocabulário ela também vai percebendo melhor as diferenças entre os sons, tenta reproduzi-los em sua fala, melhorando, assim, sua produção e adquirindo novos sons.
Aos 3 anos, já é comum todos entenderem o que a criança diz, mesmo que a fala apresente trocas ou omissões de sons. Ao completar 6 anos, a criança já deve falar corretamente todos os sons da nossa língua, sem dificuldades articulatórias.
Como ajudar
É importante que os pais sempre conversem muito com as crianças, contem histórias, cantem músicas. Como já falamos, a compreensão da palavra vem antes da criança ser capaz de pronunciá-la. Quanto mais palavras a criança conhecer, mais fácil será de ela conseguir produzir os sons corretamente.
Aproveite os momentos da rotina, como a hora das refeições, as trocas de fraldas, o banho, para estimular a comunicação. Descreva suas ações durante essas tarefas e repita algumas palavras-chave. Por exemplo: “Você quer comer banana? Hummm..que banana gostosa!”; ”Vamos lavar o pé! Esse pé tá com chulé!”; “Vc fez cocô? Vamos tirar esse cocô?”.
Incentive a fala, evite antecipar as necessidades e os desejos de seu filho. Faça perguntas pra ele e, mesmo que ele responda com um sorriso, apontando ou fazendo algum gesto, verbalize o que entendeu. Por exemplo: se ele aponta para o copo de água, diga : “Água! Você quer água?”.
Lembre-se também que nós, os adultos, somos os modelos para a criança. Desse modo, devemos sempre falar corretamente, evitar diminutivos e palavras infantilizadas. Dá sim para ser carinhoso e afetivo com seu bebê sem falar errado!
Quando seu filho falar errado, apenas repita a palavra do modo certo. Evite  corrigir a fala errada a todo momento. Reforce positivamente com comentários e sorrisos suas tentativas de fala.
No entanto, caso tenha dúvidas sobre o desenvolvimento da fala de sua criança, não hesite em procurar um fonoaudiólogo para realizar uma avaliação completa.

domingo, 3 de março de 2013

Baby center- até 3 anos

Ótimo site:
http://brasil.babycenter.com/crian%C3%A7a-at%C3%A9-3-anos

Comida para crianças de 1 a 3 anos: o que você precisa saber


ÓTIMA REPORTAGEM!
http://brasil.babycenter.com/a3400254/comida-para-crian%C3%A7as-de-1-a-3-anos-o-que-voc%C3%AA-precisa-saber


Você certamente sabe que seu filho precisa de uma alimentação equilibrada, que lhe dê todas as vitaminas e nutrientes de que o organismo precisa para crescer forte e saudável. Mas muitas vezes isso é difícil de conseguir. 

Não entre em pânico. A maioria das crianças de 1 a 3 anos passa por uma fase em que fica muito chata para comer. Lembre-se do que diziam os velhos professores de pediatria: "Em casa onde tem comida, não há criança desnutrida". 

Além disso, as necessidades nutricionais da criança são menores do que quando ela tinha menos de 1 ano. 

Leia abaixo algumas dicas para ajudar seu filho a comer melhor. 

Como ajudar meu filho a ter bons hábitos alimentares?

Fique calma. Ofereça alimentos saudáveis e nutritivos para o seu filho, mas deixe que ele decida o quanto quer comer. Acredite, o corpo dele sabe o tanto de comida de que precisa. 

Tenha horários fixos para as refeições e para os lanches, levando em conta a rotina de sono do seu filho durante o dia. Ofereça três refeições e mais dois ou três lanchinhos nutritivos. Veja exemplos de lanches saudáveis: 

• frutas 
• tomatinhos cereja e pedaços de queijo 
• iogurte com pedaços de fruta 
• um sanduíche pequeno 
• cenoura, pepino ou erva-doce crus, ralados ou em pedaços pequenos, se ele já mastigar bem 
• torrada ou pão com patê ou queijo cremoso 
• leite gelado batido com frutas 
• um copo de leite e um pãozinho ou fatia de bolo caseiro 

Procure evitar dar de comer logo antes da hora da soneca, quando ele já está caindo pelas tabelas de tanto sono. Se a refeição atrasou e ele já está fechando os olhos, dê alguma coisa leve, e guarde a refeição maior para quando ele acordar. Encaixe os lanchinhos entre as refeições. Se passar muito tempo sem a criança comer, ela pode acabar ficando irritada de fome, o que atrapalha a paz da refeição. 

Torne as refeições interessantes e divertidas. Uma das estratégias é sempre, depois do salgado, oferecer uma sobremesa. Com isso seu filho ganha mais uma chance de absorver nutrientes. Não é porque o alimento é doce que ele precisa ser proibido. 

Mas não vale usar a sobremesa como prêmio por comer a parte salgada da refeição. Em tese, isso dá valor demais ao doce, o que causaria problemas no futuro. Você vai ter de fazer um enorme esforço para não cair na armadilha, porque usar esse artifício é quase automático. 

Veja alguns exemplos de sobremesas nutritivas: pudim de leite, salada de fruta com iogurte ou um pouco de sorvete, compotas de fruta, arroz-doce, iogurte natural com geléia, fruta com mel (para crianças acima de 1 ano). 

Coma junto com seu filho sempre que conseguir, e coma os alimentos que gostaria que ele comesse. Crianças precisam experimentar para aprender a comer novos alimentos, e o melhor incentivo é ver outras pessoas comendo. Faça comentários sobre a comida durante a refeição: "Nossa, isso está uma delícia", ou "Humm, purê de batata com carne moída é uma das minhas comidas favoritas". 

Essa fase do seu filho é uma ótima oportunidade para aprimorar os seus hábitos alimentares e até para se aventurar mais na cozinha. 

Respeite as preferências da criança. Nessa idade, começam a surgir os gostos: há crianças que gostam da comida molhadinha, outros já preferem alimentos secos. Outros exigem que cada tipo de comida fique separado do outro (não pode misturar o arroz com o feijão, por exemplo). Há aqueles que têm dificuldade para mastigar carne. Embora você deva respeitar o gosto do seu filho, não faça uma comida especial só para ele. 

Ofereça sempre a mesma coisa que o resto da família estiver comendo, mas procure se certificar de que ele vá gostar de pelo menos uma das opções. Com o tempo, o gosto da criança vai mudando, portanto é importante continuar oferecendo ao seu filho a mesma comida dos adultos. 

Que tipo de comida devo dar ao meu filho?

Dê a ele, todo dia, alimentos de todos os grupos alimentares: 

1. Carboidratos 
Os carboidratos são os responsáveis por dar energia ao organismo, e precisam ser oferecidos à criança em todas as refeições, e às vezes no lanche. Alguns exemplos: macarrão, arroz, batata, mandioca, cereais matinais e todos os alimentos feitos com farinha, como pães, bolos e bolachas. 

2. Frutas, verduras e legumes 
Pode ser que demore um pouco para a criança se acostumar às verduras. Tente oferecê-las em todas as refeições para que seu filho perceba que elas fazem parte do cotidiano alimentar da família. As frutas já são bem mais aceitas: ofereça-as também em pedacinhos para que seu filho coma sozinho. Elas são ótimos ingredientes para sobremesas e para bolos caseiros, que podem ser servidos de lanche. 

3. Alimentos ricos em ferro e proteína 
São eles: carne, frango, peixe, ovos e leguminosas (como feijão, grão-de-bico, ervilha e lentilha). Devem ser oferecidos em uma ou duas refeições por dia. Corte a carne bem pequenininha se seu filho tem dificuldade de mastigar. Prefira cortes com menos gordura. O fígado é uma das maiores fontes de ferro. 

No caso de alimentos industrializados, tais como hambúrgueres, almôndegas ou frango empanado, verifique na embalagem não só a quantidade de gordura mas também a de sódio. Sódio demais é prejudicial, e esse tipo de alimento costuma exagerar na dose. 

Famílias vegetarianas devem reforçar o consumo de grãos, ovos e castanhas, consumindo-os em duas ou três refeições por dia, para obter a quantidade necessária de ferro. Se há alguém alérgico na sua família, é aconselhável esperar até a criança ter 2 ou 3 anos para dar castanhas (amêndoas, nozes, amendoim etc.). 

O ferro é mais bem absorvido quando consumido junto com a vitamina C. Por isso, um bifinho de fígado com suco de laranja é uma grande pedida. 

4. Leite, queijo e iogurte 
Ofereça leite e derivados ao seu filho mais ou menos três vezes ao dia. Os derivados de leite garantem o cálcio necessário para o crescimento dos ossos, mas têm pouquíssimo ferro. Entre 1 e 3 anos, as crianças precisam de menos leite do que antes do primeiro aniversário. 

O total do dia pode ser de cerca de 350 ml. Por isso, não dê mamadeiras cheias. Faça um esforço para dar menos quantidade -- a transição para o copo facilita. O problema de tomar muito leite é que não vai sobrar muito apetite para os outros alimentos, principalmente os ricos em ferro. 

Se você estiver amamentando, continue. Caso já tenha desmamado seu filho, a partir de 1 ano não será mais necessário usar fórmulas especiais -- você pode dar o leite comum, do supermercado. 

A orientação dos especialistas é que crianças tomem leite integral (tipo A) até os 2 anos de idade. Depois disso, é possível passar para o tipo semidesnatado ou leite tipo B, desde que ela esteja se alimentando e se desenvolvendo bem. Nunca dê leite desnatado, light ou tipo C para seu filho, até ele ter pelo menos 5 anos, exceto sob orientação expressa do pediatra. 

Existem fórmulas em pó que contêm leite integral e são fortificadas com ferro e vitamina. Você pode optar, junto com o pediatra, em dar uma dessas fórmulas, se seu filho não se alimentar muito bem. Nessa idade, não é incomum que crianças acabem ficando com um pouco de anemia por deficiência de ferro. 

E para beber?

Ofereça entre seis e oito copos pequenos de bebida durante o dia -- um junto com cada refeição e cada lanchinho. Pode ser que ele precisa beber mais nos intervalos, principalmente em dias quentes ou se estiver fazendo bastante atividade física. Nessa idade, a desidratação ainda acontece bem rápido. 

Vá tentando eliminar as mamadeiras, trocando-as por copos comuns ou com tampa. A mamadeira faz com que a criança demore mais para beber e aumenta a exposição dos dentes aos açúcares das bebidas (até do leite puro), o que pode causar cáries ou corrosão do esmalte dos dentes. Mas você pode manter a amamentação sem problemas. Para facilitar sua vida, uma dica é estabelecer horários mais ou menos fixos para a mamada (ao acordar e antes de dormir, por exemplo). 

Entre as refeições, prefira dar água ou leite. Água de coco também é uma boa opção. Guarde o suco de fruta para as refeições maiores, e escove os dentes da criança depois, pois a acidez das frutas pode ser prejudicial. Sucos industrializados contêm bastante açúcar e podem "roubar" o apetite do seu filho, além de ruim para os dentes. Tente diluir um pouco esse tipo de suco, misturando-o com água sempre que possível. 

Há algum tipo de comida que devo evitar ou limitar?

Alimentos gordurosos ou com muito açúcar são úteis porque dão bastante energia à criança, mas devem ser oferecidos em quantidades pequenas. Entre eles estão manteiga, margarina, óleo, bolachas recheadas, sorvete. A gordura trans é ainda mais prejudicial, segundo os médicos. Evite. 

Se seu filho não é lá muito ativo, você pode pensar em limitar ainda mais os alimentos gordurosos, para que ele não fique acima do peso. 

Doces e chocolates podem ser dados de vez em quando, em ocasiões especiais, mas prejudicam os dentes se forem consumidos com frequência entre as refeições. Também tiram o apetite da criança, que deixa de comer outros alimentos mais saudáveis. 

Comida muito salgada. O excesso de sódio não faz bem, e sal é questão de costume. Se você acostumar seu filho com muito sal, ele vai gostar de comida salgada o resto da vida. Existem alguns alimentos muito carregados em sódio. Veja a seguir algumas dicas: 

• Salgadinhos: dê no máximo uma vez por semana. 
• Não acrescente sal à comida na mesa. 
• Use outros temperos além do sal para dar sabor à comida. 
• Cuidado com alimentos industrializados, como caldos prontos, sopas de saquinho, congelados e temperos. Observe a embalagem e verifique o número em porcentagem. Se o número relativo ao sódio for muito maior que todos outros, o alimento provavelmente tem sódio demais e deve ser dado em pequenas quantidades. 

Peixes gordurosos, como sardinha, salmão, truta e atum fresco, são uma ótima fonte de ômega 3 e vitaminas A e D, mas não devem ser oferecidos mais que duas vezes por semana para crianças entre 1 e 3 anos de idade, por conterem toxinas que podem se acumular no corpo. 

Nozes e castanhas: crianças que tenham familiares que sofram de asma, dermatite ou alergias alimentares devem esperar, por precaução, até os 2 ou 3 anos para experimentar amendoim, pasta de amendoim, amêndoas, nozes, avelãs. Há certa controvérsia sobre se essa medida reduz o aparecimento da alergia, mas pelo menos a criança já é maior e pode se expressar melhor em caso de reação. Em dúvida, converse com seu pediatra. 

Adoçantes: embora eles tenham sido testados, é melhor evitar seu uso, quando possível, em crianças pequenas, por precaução. Evite sucos ou refrigerantes tipo diet e light. 

Existem alimentos que fazem mal?

• Ovos crus e frutos do mar podem causar intoxicação alimentar em crianças pequenas, porque a imunidade delas é menor. Prefira dar ovos bem cozidos, com a gema dura, e evite sobremesas, como mousses, que usem claras cruas. 

• Alguns tipos de peixes grandes, como cação e tubarão, não devem ser consumidos por crianças, porque acumulam substâncias tóxicas como o mercúrio. 

• Castanhas e amendoins inteiros não devem ser dados antes dos 5 anos por risco de a criança engasgar. É preciso tomar cuidado também com o milho não-estourado da pipoca. 

• Chá e café devem ser evitados porque reduzem a absorção de ferro dos alimentos. 

Preciso dar vitamina ao meu filho?

A suplementação com vitamina A e D e com ferro deve ser decidida pelo pediatra caso a caso, levando em conta a alimentação da criança e até a região do país em que ela vive. O Ministério da Saúde recomenda a suplementação com ferro até no mínimo os 18 meses, ou seja, 1 ano e meio, para evitar a anemia. 

Em regiões consideradas de risco, o governo promove a administração de "megadoses" semestrais de vitamina A às crianças de até 5 anos. Converse com o pediatra ou informe-se na Unidade Básica de Saúde que você utiliza. 

As farinhas de trigo e de milho no Brasil já são enriquecidas por lei, e há vários outros produtos industrializados ricos em vitaminas e ferro, como as fórmulas infantis, cereais matinais, alguns leites longa-vida etc. 

Se seu pediatra é particular ou de convênio, converse com ele sobre a necessidade da suplementação com vitamina e ferro. 

Por Judy More, com a equipe do BabyCenter Brasil 

http://brasil.babycenter.com/a3400254/comida-para-crian%C3%A7as-de-1-a-3-anos-o-que-voc%C3%AA-precisa-saber#ixzz2MX3HaKBw



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Consulta médica de 10 meses

Meu Deus! O Lê já tem 10 meses! Hoje ele começou a arriscar a ficar mais tempo de pezinho sem se segurar em nada. Até ficou de pezinho segurando uma escova de dente! Ficou alguns segundos assim. Muito fofo! E ele sabe que está fazendo coisa nova, fica com cara de safadinho!
























Bom, mas em relação a consulta deste  mês, a novidade que houve é que o pediatra falou para começar a dar comidinha mesmo, como feijão e arroz, carne e saladinha cozida, feijão com macarrão, e assim por diante. Mas tudo amassadinho, e também mais líquido ( menos sopa, mas ainda pastoso). Acho que é preciso fazer esta transição devagar.

Estou dando bastante fruta:
- Suco de laranja com mamão
-Suco de melão
-Abacate ( ele não comeu muito ainda). Tentei dar, ele não quis, e forcei mais um pouquinho e ele comeu.
- Pêssego com laranja
-Banana
-Suco de maracujá.

É isso gente, e o garotão este muito bem , graças a Deus!

beijos
Flá

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Consulta médica de 9 meses

Olá pessoal!!

O Lê foi no pediatra hoje. E hoje, na sala de espera, o Lê levou o primeiro empurrão,  de um bebê de 1ano e 8 meses, que já anda, corre pula, enquanto eu conversava com a mãe dele. A mãe do gurizinho pediu desculpa, apesar de não ter sido nada demais. Na verdade eu estava só olhando para ver a reação do Lê, e claro, para protegê-lo caso necessário.
Mas não bastasse o empurrão, o menininho pegou  o chocalhinho do Lê (eu fiquei segurando para  o menino não levar para longe), e nisso, o Lê tentou pegar o brinquedo de volta, ou seja, ele foi corajoso e tentou recuperar o brinquedinho! Isso aí garoto, é preciso enfrentar o problemas da vida com peito!)
Oh, ver meu homenzinho interagindo com outra criança foi super curioso! Acompanhar  a evolução de uma criança é um máximo!


O Lê está com 8.530g e 72cm

Refeições:

Bom, vamos falar sobre o cronograma de  uma criança de 9 meses::

Se o nenê acordar de manhãzinha, umas 6h - Mamá
8h - Café da manhã
10h- Suco de fruta (com ferro, conforme recomendação do pediatra)
12h- Almoço e sobremesa
13h - Adtil (Vitamina D),melhor dar separado das refeições para ajudar na melhor absorção)
15h- Fruta+ Leite
18h - Janta e sobremesa

Deve-se sempre seguir bem os horários escolhidos!

Café da manhã:
Fruta, mingau de aveia, de maizena ou miolo de pão embebido no leite (Obs: pediatra não recomendou  alimentos tipo mucilon por ser menos natural), iogurte natural batido com fruta.

Almoço
Achei muito boa a indicação  do pediatra de como introduzir alimentos salgados na dieta da criança, a partir dos  7 meses. Ele disse para  fazer sopa  de legumes, com o seguintes ingredientes:

  • 1 verde (verduras como espinafre, couve, ou qualquer outra)
  • 1 amarelo (beterraba, cenoura, abóbora)
  • 1 branco ( demais legumes)
  • carne ( de frango ou gado)
  • sal, cebola, alho, óleo, tempero verde
Mas agora com 9 meses o pediatra acrescendo à alimentação:


  • Carnes: introduzir fígado de boi, peixe na sopa (linguado, cação - que deve ser aferventado antes, pescada), ou carne mal passada para chupar
  • Acrescentar feijão amassado, ervilha, lentilha, ou grão de bico


Sobremesa: gelatina, pudins e flans de cores neutras, como chocolate, baunilha, coco, e  fazer em copinhos de café. Servir no máximo 2 unidades em cada refeição, 2x ao dia,  uma no almoçou e outra na janta. Ainda, pode-se servir geléia de mocotó (marca colombo que é natural, ou da arisco que tem diferentes sabores) ou gelatina.

Alimentos que prendem o intestino: batata, cenoura,  arroz

Alimentos que soltam: laranja, mamão, abóbora, aveia ( mas deve-se sempre tomar bastante água para as fibras fazerem o efeito correto), ameixa. Dá para fazer suco de laranja com mamão, ou também chá de ameixa.

Desenvolvimento e Comportamento:
Em relação ao desenvolvimento do bebê, o pediatra  disse para não forçar nada, deixar o bebê no seu ritmo, porque caso se force alguma situação que ele venha a sentir medo, ele pode regredir em alguma habilidade nova, e demorar mais para conquistá-la novamente.

O Lê está dando tchauzinho, e batendo pecinhas, como habilidades novas. Ele já engatinha e se pendura nas coisas muto bem! Ah, o safadinho começou a tirar as coisas das gavetas! Mas eu pego este guri! hehe

Em relação ao NÃO, segundo informações técnicas, o melhor é não usar com frequência esta palavra.
Caso a criança mexa  no celular , deve-se falar:  Se você mexer no celular vai estragar porque não é brinquedo, ou seja, explicar.